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terça-feira, 31 de março de 2015

Curiosidades de "A Lista de Schindler"

Steven Spielberg se recusa a autografar quaisquer materiais relacionados a este filme.

Steven Spielberg não foi pago para este filme. Ele se recusou a aceitar um salário, citando que seria "dinheiro de sangue". Em vez disso, ele deu o dinheiro para a Fundação Shoah que registra e preserva testemunhos escritos e filmados de sobreviventes do genocídio em todo o mundo, incluindo o Holocausto.

Steven Spielberg esperou 10 anos para fazer o filme porque ele sentiu que ele não estava pronto para enfrentar o Holocausto em 1983 com 37 anos.

Decisão de Steven Spielberg por fazer o filme tornou-se definitiva quando um dos executivos do estúdio perguntou por que ele não simplesmente fazia uma doação de algum tipo em vez de desperdiçar o tempo de todos e dinheiro em um filme deprimente.
Quando Steven Spielberg mostrou pela primeira vez ao compositor John Williams um corte do filme, Williams ficou tão emocionado que teve que dar um passeio fora por alguns minutos para se recompor. Após seu retorno, Williams disse a Spielberg que ele merecia um compositor melhor. Spielberg respondeu: "Eu sei, mas eles estão todos mortos."

O diretor Steven Spielberg era capaz de obter permissão para filmar dentro de Auschwitz, mas optou por não em respeito as vítimas.

Steven Spielberg começou a trabalhar neste filme, na Polónia, enquanto Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros (1993) estava em pós-produção. Ele trabalhou no filme via satélite, com a ajuda de seu amigo George Lucas.


Steven Spielberg ofereceu o cargo de diretor a Roman Polanski. Polanski recusou pois o tema era muito pessoal. Ele viveu no gueto de de Cracóvia até os 8, quando escapou no dia da "liquidação". Sua mãe morreu mais tarde no campo de concentração de Auschwitz. Polanski viria a dirigir seu próprio filme sobre o Holocausto, O Pianista (2002).

A cena do captura no gueto de de Cracóvia tinha apenas uma página de ação no script original. Mas, Steven Spielberg transformou-o em 20 páginas, e 20 minutos de ação na tela "com base em depoimentos de testemunhas que sobreviveram". A cena em que o jovem escapa da captura pelos soldados alemães, dizendo-lhes ele foi obrigado a limpar a rua foi retirada de um depoimento de um sobrevivente.

Branko Lustig, um dos produtores de A Lista de Schindler, é um dos sobreviventes dos campos de concentração nazistas e já produziu alguns outros filmes que abordavam este tema, como A Escolha de Sofia (1982).

O romance de Thomas Keneally em que o filme é baseado foi intitulado "A arca de Schindler".

A lista original dos judeus ausentes de Schindler foi encontrada em uma mala de viagem, juntamente com o seu legado escrito escondido no sótão de seu apartamento em Hildesheim, em 1999. Oskar Schindler viveu lá durante os últimos meses antes de sua morte em 1974.

O primeiro relato publicado da história de Schindler foi um artigo escrito por Kurt R. Grossman, "The Humanitarian que enganou Hitler", que apareceu em setembro 1959 na revista Coronet.

Para reunir trajes para 20.000 extras, a figurinista publicou anúncios que procuravam roupas. Como as condições econômicas ruins na Polônia, muitas pessoas estavam ansiosas para vender roupas que ainda tinham dos anos 1930 e 40.

De acordo com os diretores de arte, nenhuma tinta ou roupas verdes foram usados no set, porque a cor não iria aparecer bem em filme preto e branco. Foi dada especial atenção para a quantidade de iluminação ou de pintura foi utilizada a fim de aparecer correctamente no filme, independentemente de quão irreal parecia na vida real.

O filme a preto e branco mais caro até o momento. O recorde anterior foi realizado mais de 30 anos antes por um outro filme ambientado durante a Segunda Guerra Mundial, O Mais Longo dos Dias (1962).

O logotipo da Amblin, mostrando a bicicleta voando pela a lua de ET - O Extraterrestre (1982), uma presença regular nas produções de Spielberg, não está presente aqui, talvez por causa do tema sombrio.

Filmagens concluídas em 72 dias, quatro dias antes do previsto. O mesmo tempo foi utilizado para outros filmes de Steven Spielberg, Os Caçadores da Arca Perdida (1981) e Guerra dos Mundos (2005).

Um dos dois ganhadores do Oscar de melhor filme a mostrar uma criança pulando em um tanque de resíduos sob um vaso sanitário. O outro é Quem quer ser um Milionário? (2008).


Steven Spielberg é um dos judeus libertados de Schindler entre as centenas que atravessam um campo perto do fim do filme.

Ator suíço Bruno Ganz foi procurado desempenhar o papel de Oskar Schindler, mas recusou. Ganz mais tarde apareceu em outro filme sobre a 1ªGM aclamado pela crítica: A Queda! As Última
s Horas de Hitler (2004), no qual ele interpretou Adolf Hitler.

O verdadeiro Oskar Schindler e Lian Neeson 
Quando sobrevivente Mila Pfefferberg foi apresentada a Ralph Fiennes no set, ela começou a tremer incontrolavelmente, pois ele lembrou muito o real Amon Goeth.

Durante as filmagens, Ben Kingsley, que viveu Itzhak Stern, manteve uma imagem de Anne Frank, a jovem que morreu em um campo de concentração e cujo diário pessoal foi publicado depois do Holocausto, no bolso do casaco. Alguns anos mais tarde, Kingsley viveu Otto Frank, pai de Anne, no telefilme "Anne Frank: The Whole Story."

Embeth Davidtz optou deliberadamente por não conhecer Helen Hirsch, a personagem que ela estava interpretando no filme, até que após a filmagem ser concluída.

Ambos Kevin Costner e Mel Gibson ofereceram seus serviços, mas Steven Spielberg decidiu por nomes menos conhecidos, pois a presença de uma grande estrela seria muita distração.

Diz-se que, durante as filmagens, a atmosfera era tão triste e deprimente que Steven Spielberg pediu a seu amigo Robin Williams se ele poderia filmar alguns esquetes cômicos.

Steven Spielberg assistia episódios de Seinfeld, todas as noites, depois do trabalho para aliviar o seu humor.

A pessoa que coloca a flor em cima das pedras nos créditos finais é Liam Neeson e não Steven Spielberg, como algumas pessoas pensam.

segunda-feira, 30 de março de 2015

A Lista de Schindler

Sessão obrigatória para todo estudante! Spielberg em sua melhor forma.

Schindler's List
1993 - EUA
195 min - preto e branco
Biografia/Drama/Guerra

Direção: Steven Spielberg

Roteiro:Steven Zaillian

Música: John Williams

Elenco: Liam Neeson, Ben Kingsley, Ralph Fiennes, Caroline Goodall, Jonathan Sagall, Embeth Davidtz

Baseado no no romance Schindler's Ark escrito por Thomas Keneally. Vencedor de 7 Oscars.

sábado, 28 de março de 2015

Dorothy Michaels, nossa atriz favorita!

É verdade hoje, já era verdade nos anos de 1980. Não tá fácil para ninguém! A concorrência para encontrar trabalho é enorme especialmente no show business. Como a dificuldade se não fosse o suficiente, apesar de ser muito bom Michael Dorsey (Dustin Hoffman), é perfeccionista e difícil de lidar. Quando até seu agente desiste dele, o ator se desespera.

Tempos desesperados exigem medidas desesperadas, e as de Michael foi se candidatar à um papel para o qual sua amiga Sandy (Teri Garr) foi rejeitada. Isso mesmo, um papel feminino em uma novela vespertina. Nasce então, Dorothy Michaels! Mais "durona" e sem estar presa nas "regras da sociedade" dos anos de 1980, e com cara de pau para mudar o roteiro sem aviso, a nova atriz é um sucesso de audiência.


Ok, convenhamos, como especialistas em novelas que todos brasileiros somos, podemos dizer: não precisa ser um gênio para melhorar a qualidade narrativa do programa. Os diretores e escaladores de elenco de NY daqueles tempos também não eram muito bons em seus trabalhos. Os primeiros usam a fórmula pronta, de preferência que faça dinheiro fácil. Os segundos parecem que querem achar o elenco de estalo, já que dispensam profissionais sem nem mesmo uma audição. O elenco por sua vez, logo descobre que não há muito com que trabalhar, e entra no modo automático, ou pior.

Dorothy não melhora a porca produção de telenovelas, mas dá uma melhorada no quadro geral. Ao mesmo tempo que tenta lidar com a vida de mulher (leia-se, depilação, maquiagem, unhas, os enormes cabelos dos anos 80), o assédio masculino, uma quase namorada e ainda se apaixona por uma de suas colegas atrizes. Ufa, não é atoa personagem principal e expectadores ficam aliviados quando a figura de Bill Murray em ponta de luxo, surge na tela. Único que sabe da armação, é com Jeff que o personagem faz uma pausa para pensar na loucura que está fazendo. 

Mesmo assim, é claro, que Dorsey não desiste até a situação ficar insustentável. Mas se engana quem acha que durante o trajeto assistimos à trapalhadas como os de produções com "travestidos" atuais. Longe de ser uma comédia escrachada, Tootsie, é uma comédia romântica com um ritmo próprio. E até se dá ao luxo ao discutir não apenas relacionamentos mas as diferentes posturas que a sociedade exige (ou exigia) de cada um dos gêneros nos anos 80.


Nada no entanto funcionaria se você expectador não acreditasse que Dorothy poderia ser real. Resultado obtido pelo bom trabalho caraterização e maquiagem. E o excelente desempenho de Hoffman ao trabalhar os trejeitos e inflexões vocais de sua atriz principal. 

Divertido,  inteligente e simples! Tootsie merecia tão conhecido do grande público quanto, Dorothy Michaels! Infelizmente, parece que a produção já fora esquecida pelos canais de TV e streaming. Uma pena!

quinta-feira, 26 de março de 2015

Prêmios de "Tootsie"

Segundo o IMDB, Tootsie recebeu 30 prêmios e outras 23 indicações, confira:

OSCAR
  • Melhor Atriz Coadjuvante - Jessica Lange

Indicado para Melhor Filme, Melhor Ator - Dustin Hoffman, Melhor Atriz Coadjuvante - Teri Garr, Melhor Diretor, Melhor Direção de Fotografia, Melhor Edição, Melhor Música - "It Might Be You"
Melhor Som, Melhor Roteiro Original

GLOBO DE OURO
  • Melhor Filme Comédia/Musical
  • Melhor Ator Comédia/Musical - Dustin Hoffman
  • Melhor Atriz Coadjuvante - Jessica Lange
Indicado paraMelhor Diretor, Melhor Roteiro

BAFTA
  • Melhor Ator - Dustin Hoffman
  • Melhor Maquiagem
Indicado para Melhor Filme, Melhor Direção, Melhor Atriz - Jessica Lange, Melhor Atriz, Coadjuvante - Teri Garr, Melhor Figurino, Melhor Canção Original - "Tootsie", Melhor Roteiro

CÉSAR
Indicado para Melhor Filme Estrangeiro

GRAMMY
Indicação para Melhor Álbum de Trilha Sonora Para Cinema ou Televisão

American Cinema Editors
Indicado para Best Edited Feature Film

Bodil Awards
  • Best Non-European Film

Boston Society of Film Critics Awards
  • Best Actor - Dustin Hoffman
  • Best Supporting Actress - Jessica Lange

César Awards
Indicado para Meilleur film étranger

David di Donatello Awards
Indicado para Migliore Attore Straniero - Dustin Hoffman

Directors Guild of America
Indicado Outstanding Directorial Achievement in Motion Pictures
  • Golden Screen (Alemanha)

Kansas City Film Critics Circle Awards
  • Best Supporting Actress - Jessica Lange

Kinema Junpo Awards
  • Readers' Choice Award - Best Foreign Language Film

Los Angeles Film Critics Association Awards
  • Best Screenplay

National Board of Review
Top Ten Films

National Society of Film Critics Awards
  • Best Film
  • Best Actor - Dustin Hoffman
  • Best Supporting Actress - Jessica Lange
  • Best Screenplay
2º lugar Best Actress - Jessica Lange, Best Director
3º Best Supporting Actress - Teri Garr

New York Film Critics Circle Awards
  • Best Director
  • Best Supporting Actress - Jessica Lange
  • Best Screenplay
2º lugar Best Film, Best Supporting Actor - George Gaynes, Best Actor - Dustin Hoffman

Writers Guild of America
  • Best Comedy Written Directly for the Screen

quarta-feira, 25 de março de 2015

Bônus - Frozen: Febre congelante


O curta Frozen: Febre congelante (Frozen fever, 2015), que está será exibido antes de Cinderela nos cinemas, é uma fofura só: com duração pouco maior que uma cantoria, traz de volta todos os personagens que aprendemos a amar no longa original e deixa aquele gostinho de quero mais.

É aniversário de Anna (Kristen Bell), e Elsa (Idina Menzel) quer que tudo saia perfeito naquele dia, como forma de compensar a irmã caçula por todos os anos de isolamento que ela passou por causa dela. Ela tem a ajuda de Kristoff (Johnathan Groff), Sven e Olaf (Josh Gad) - se bem que esses dois não estão ajudando tanto assim.

Elsa (Mendel) e Olaf (Gad) deixando tudo pronto pra festa
Acontece, porém, que Elsa está resfriada. E conforme o dia passa, ela vai piorando, mas não quer de jeito nenhum estragar a surpresa que montou para a irmã. Os pequenos bonequinhos que nascem quando ela espirra (!) são tão danadinhos que não facilitam a vida do trio responsável por deixar a festa em ordem.

Olha a festança que prepararam pra Anna (Bell)!
E mais eu não conto porque, né? Não vamos estragar a surpresa. Só digo que tem piada boa, Olaf aprontando e sendo hilário em sua inocência e muito amor envolvido. Que venha Frozen 2!

Cinderela


Um conto de fadas com tudo o que tem direito: donzela boa, madrasta má, príncipe encantado (e encantador), muita magia envolvida. Cinderela (Cinderella, 2015) vai agradar às pequenas que forem ao cinema e não vai deixar pais sonolentos, e sendo uma produção caprichada como só a Disney consegue montar, o longa é garantia de sucesso. Apesar de ter faltado um "bibbidi-bobbidi-boo" para ser perfeito, Cinderela tem muitos motivos para cair no gosto do público. 

Um resumo da produção: luxo, bom humor, boas interpretações e respeito ao clássico
É impressionante o luxo de cenários e figurinos, que se tornam um deleite para os olhos. O roteiro não foge à clássica versão do conto dos Irmãos Grimm que o estúdio havia levado às telonas 55 (!) anos atrás - há apenas um leve interesse em contar a história de Ella (Lily James, quase convincente), a pequena órfã que se vê às voltas com grandes reviravoltas na vida. Enquanto sua infância foi extremamente feliz ao lado da mãe e do pai que a amavam mais que tudo, sua vida adulta não foi nada fácil ao lado de sua madrasta (vivida por uma estonteante Cate Blanchett) e suas meio-irmãs, Drisella (Sophie McShera) e Anastácia (Holliday Grainger). Condenada a viver como uma serviçal por conta do ciúme doentio da madrasta, ela busca refúgio em seus amigos bichinhos e procura seguir à risca o conselho maior de sua mãe: antes de morrer, ela lhe confiou o segredo para sobreviver a tribulações, que consistia em ser corajosa e gentil.

Dia difícil para as inimigas...

Sufocada pela constante provação de sua bondade, Ella resolve fugir de casa e no meio da floresta encontra, por acaso, um jovem príncipe (Richard Madden, a.k.a. Robb Stark) disfarçado como um mero aprendiz. Ele estava em meio a uma caçada, mas Ella interveio pelo animal. Encantado com a moça, ele se apresenta como apenas Kit. Depois desse começo ligeiramente diferente do que estávamos habituados, a estória segue normalmente até o "felizes para sempre". Tudo muito bem feito, com destaque para a escolha de um elenco luxuoso - não é todo dia que se encontra Cate Blanchett, Stellan Skarsgard e Helena Boham-Carter no mesmo filme, não é? - e os efeitos visuais, além do tom de comédia (principalmente quando as terríveis meio-irmãs de Cinderela resolvem aprontar as suas) e da atuação excelente de Blanchett. E aqui abro um parêntese bem pessoal, pois tinha muita expectativa quanto a esse quesito em particular: meu medo era de que ela cometesse o erro de muitas outras grandes atrizes que pesaram na mão e criaram vilãs caricatas, mas (apesar de um ou outro leve exagero), Cate simplesmente ar-ra-sou. 

 
A fada-madrinha (Boham-Carter):
Seria perfeito,não fossem dois pequenos detalhes - e aí é coisa de fã, mesmo: o vestido de baile de Cinderela é muito azul - e em algumas fotos da produção ele não parecia ser de um tom tão forte, o que me fes pensar em uma coloração digital (e que tirou um tantinho da beleza dele, o que não interfere no resultado final); e quando a Fada Madrinha (Helena Boham-Carter, ela pode ser minha fada-madrinha também?) aparece para transformar a moça para o baile, ela não canta a musiquinha característica da cena. Na verdade, a solução usada foi até bem legal - o filme não foi concebido como um musical, mas ali... Faltou a canção. Nem tudo está perdido, pois se você quiser ouvir a tão famosa música na voz de Boham-Carter, é só esperar pelos créditos finais. No fim das contas, o filme é extremamente fofo e não decepciona. Diversão garantida para a família toda. 

Curiosidade: essa foto é da produção do filme. Reparem no tom do azul.
Mas o tom que aparece no filme é esse, bem mais escuro. Qual você prefere?

terça-feira, 24 de março de 2015

Curiosidades de "Tootsie"

Dustin Hoffman conseguiu o papel após se passar pela tia de sua filha em uma reunião de pais e mestres e ninguém suspeitar de seu desempenho.

A só dava notícias ruins para Dustin Hoffman quando ele estava vestido de mulher. Segundo a produção, ele era "muito mais agradável como uma mulher".

O personagem de Dorothy originalmente não falar com um sotaque sulista, mas ao fazer um pesquisa Dustin Hoffman descobriu sua fica mais perto de um tom feminino ao fazer o sotaque.

Meryl Streep, que contracenou com Dustin Hoffman em Kramer vs. Kramer (1978), ajudou o ator a encontrar o tom de voz ideal para Dorothy.

Embora o título de trabalho para o filme foi originalmente "Eu mentiria para você?", Dustin Hoffman sugeriu o título de "Tootsie". Há quem boatos que Tootsie era o nome do cachorro de sua mãe, e outros que era o apelido que sua mãe lhe deu quando criança.

Os "seios" de Dustin Hoffman eram próteses personalizadas  comprados a partir de uma empresa especializada em produtos pós-mastectomia, a um custo de US $ 175 cada.

Dustin Hoffman precisava fazer a barba quatro vezes ao dia por causa da maquiagem.

Os atores foram orientados a não tratar seus personagens como personagens cômicos, mas como personagens dramáticos em uma situação engraçada. Em Sydney, Austrália, diretor Sydney Pollack, comentou: "Ninguém nunca riu durante as filmagens de nenhuma das cenas do filme. Só é engraçado por causa da estrutura da história."

O número de velas no bolo de Michael sugere que ele tem 38 anos.

De acordo com as informações preliminares de produção, Michael Dorsey é divorciado.

Na primeira cena em que Michael Dorsey está acordando para se vestir como Dorothy, há uma imagem da mãe de Dustin Hoffman ao lado do despertador.

Estréia no cinema de Christine Ebersole e Geena Davis.

Todas as falas do ator Bill Murray foram improvisadas.

segunda-feira, 23 de março de 2015

Tootsie

Um filme com telenovela, agora estamos falando a língua do brasileiro, né?!?

Tootsie
1982 - EUA
119 min - cor
Comédia

Direção: Sydney Pollack

Roteiro:Larry Gelbart, Murray Schisgal

Elenco: Dustin Hoffman, Jessica Lange, Teri Garr, Dabney Coleman, Charles Durning, Bill Murray, Sydney Pollack, George Gaynes, Geena Davis, Doris Belack, Ellen Foley, Peter Gatto, Lynne Thigpen, Ronald L. Schwary, Debra Mooney

Vencedor de 1 Oscar.

sexta-feira, 20 de março de 2015

Paródias de "O Sétimo Selo"

Da série, achamos na internet por acidente. Não nos responsabilizamos, nem podemos explicá-las, mas precisávamos postar!



 

quinta-feira, 19 de março de 2015

Curiosidades de "O Sétimo Selo"

O título é uma citação bíblica de Apocalipse de São João, o Divino, capítulo 8.

A inspiração para este longa saiu dos filmes de época de Akira Kurosawa, dos quais Ingmar Bergman era um grande fã.

A Igreja que Jöns e Antonius Block chegam aos 15 minutos de filme é, na verdade, apenas uma estrutura cenográfica montada em cima de uma árvore morta.

Ingmar Bergman baseou toda a iconografia do filme em murais de uma igreja onde seu pai pastor costumava ir e pregar.

Nome do personagem principal, Antonius Block, é falado apenas duas vezes em todo o filme.

Nils Poppe era famoso na Suécia por ser um ator cômico, logo, é bastante apropriado que seu personagem, Jof, seja um bobo da corte.

O Sétimo Selo é o primeiro de uma série de dez filmes em que o ator Max von Sydow trabalhou com o diretor Ingmar Bergman. Este tambén é o 10º de 13 filmes em que o diretor sueco e a atriz Bibi Andersson trabalharam juntos.

As peças de xadrez utilizadas no filme foram vendidas do espólio de descendentes de Ingmar Bergman em 2009 por 1 milhão de coroas suecas (cerca de USD 145 mil dólares na época).


quarta-feira, 18 de março de 2015

Pôsteres de "O Sétimo Selo"

Com quase sete década de existência, entre imagens oficiais e de fãs, O Sétimo Selo colecionou uma respeitosa galeria de cartazes. Clique nas imagens para ampliar.