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segunda-feira, 4 de julho de 2011

E começa a magia!

O maior mérito de Harry Potter e a pedra filosofal (Harry Potter and the sorcere's stone, 2001) é captar com maestria a alma do primeiro livro da série. Ele apresenta os personagens aos poucos, faz a gente entender quem é quem e, principalmente, reconhecer cada um dos personagens. É válido lembrar que os filmes só foram lançados muito tempo depois de os liivros do bruxinho já serem um sucesso mundial. E o livro é recheado de personagens secundários, todos com uma pequena função para a história. E o filme, apesar de ter mantido boa parte deles, não é necessariamente pesado e confuso.

Chris Columbus conseguiu extrair dos pequenos atores (todos novatos) a raíz de cada personagem. O olhar frio e desdenhoso de Malfoy, a ingenuidade de Neville, a esquisitice de Rony, a esperteza de Hermione e principalmente, a união do trio. Bom, tenho minhas restrições quanto a Daniel Radcliff como Harry. Mas, como esse é só o início da saga, então nem dá pra perceber muito.

Também fica difícil não se emocionar com Harry descobrindo que é bruxo, o que é magia, ele se olhando no Espelho de Ojesed e desejando somente que seus pais estivessem ali... A primeira impressão de Hogwarts, as primeiras encrencas, o primeiro voo. Aliás, devo dizer que só entendi como se jogava quadribol depois que vi o filme. Pelo livro, não conseguia visualizar o jogo de jeito nenhum! Ver os duendes no Gringotes, a diferença de estatura de Hagrid para os humanos normais, as criaturas fantásticas... Uma verdadeira imersão no mundo criado por J.K. Rolling.

E convenhamos, que criança nunca sonhou acordar e receber um carta de Hogwarts, dizendo que ele tinha uma vaga na mais renomada escola de bruxaria do Reino Unido? Eu, mesmo sem ser mais criança, adoraria receber uma cartinha dessas...

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