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terça-feira, 13 de agosto de 2013

Curiosidades de A Pequena Órfã

Baseado no romance de Jean Webster, Daddy Long-Legs. Após o sucesso do livro, a própria autora adaptou o materia para uma peça que estreou na Broadway. O espetáculo ficou em cartaz de 28 de setembro 1914 a maio 191, teve 264 performances.

Não há referências ao livro, nem à peça de teatro nos créditos de A Pequena Órfã. Entretanto, a semelhança logo foi percebida assim que o longa fora lançado, e a certeza de se tratar de uma adaptação veio do fato de que a Fox detinha os direitos do romance e da peça, tendo produzido versões anteriores para o cinema.

Após o seu lançamento em 1935, este filme foi proibido na Dinamarca por causa indeterminada "controvérsia". Ele também foi proibido na Suíça e na Itália, porque o comportamento de Elizabeth era um mau exemplo para as crianças.

A mãe de Shirley Temple ensaiava sua filha no estúdio e em casa. O diretor Cummings afirmou que ela ajudava a filha nos diálogos e como agir durante as falas, como andar, sentar e correr. Cummings reconheceu que a Senhora Temple foi mais “diretora de Shirley" do que ele.

Shirley ganhou de presente da produção a casa de bonecas e a decoração de quarto infantil que aparece no filme. Incluindo as cortinas das janelas e as rodas da cama, as comidas falsas da geladeira, livros, tapetes, lençóis e toalhas. O quarto foi montado na casa de campo da família da atriz e exibido aos visitantes.

Este foi o primeiro filme a unir Shirley Temple e Arthur Treacher, eles aparecem juntos em mais três filmes.

Quando Edward canta "Curly Top" para Elizabeth, ele diz que seus olhos "fazem o céu orgulhoso de ser azul." Os olhos de Shirley Temple são castanhos.

Este foi o primeiro filme em que Rochelle Hudson cantou uma canção.

Com exceção de “When I Grow Up,” todas as canções são inéditas e apresentadas como se fossem criadas pelos personagens Mary Blair e Edward Morgan.

Ray Henderson foi o autor de cinco canções para o filme. Johnny Mercer queria escrever as letras mas o trabalho ficou para Ted Koehler, parceiro de Harold Arlen. Edward Heyman e Irving Caesar também compuseram melodias para o filme.

Na canção "When I Grow Up", o personagem de Shirley fantasia sobre se casar, quando tiver vinte e um anos. Ironicamente, essa é a idade de Shirley quando ela se divorciou de John Agar.

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