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domingo, 10 de novembro de 2013

Uma pseudo-resenha de O Álamo

Sim, esta é uma pseudo-resenha. Não acho nada honesto chamar de crítica ou resenha um texto que escrevi após assistir cerca de 40% do filme em questão, o que se tratando de um filme de quase três horas, é tempo à beça. Mas, é assim que decidir expressar minha experiência com O Álamo.

Primeiro filme dirigido por John Wayne conta a história da conquista do Álamo (dã) pelos estadunidenses, derrotando os mexicanos. Normal, em se tratando de Hollywood estamos mais que acostumados em acompanhar fatos históricos que não são exatamente nossos.

Contudo, passa-se mais de uma hora antes que o filme diga a que veio. Primeiro vamos conhecer o cotidiano, os ideais políticos e uma dezena de personagens dos quais dificilmente conseguiremos lembrar o nome. Mesmo o Coronel Davy Crockett do protagonista/diretor Wayne demora meia hora para dar as caras.

Com a falta de foco, e ritmo equivocado (leia-se devagar quase parando), fica difícil se interessar pela trama principal. Personagens caricatos, e lutas que já vimos à exaustão em filmes da época não ajudam. Para encerrar com chave de ouro, foi muito difícil encontrar uma cópia do longa, e esta decidiu sair de sincronia totalmente (imagem, som e legendas), depois de mais de uma hora de projeção.

O resultado? Como expectadora "não tô nem aí" pra quem conquistou o Álamo a menos que Antonio Bandeiras e sua máscara de zorro estejam envolvidos. Como não é o caso, faço qualquer coisa para não me submeter a mais um segundo desta projeção. Incluindo abandona-la antes da metade (me contem se no final melhora), e escrever uma pseudo-resenha, apenas para cumprir minha parte deste desafio cinéfilo, e não precisar encarar novamente este longa.

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