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sábado, 20 de março de 2010

A curiosidade não matou o gato

Imagina só: você está em um planeta desconhecido e encontra uma criatura (aparentemente viva) que você não faz ideia do que seja. O que você faz: sai correndo, pede ajuda ou se aproxima sem tomar o menor cuidado? Pois é, o que seriam dos filmes se não fossem as pessoas curiosas, não é mesmo? Só que o cara nem cientista era! O que ele estava fazendo lá então? O pessoal não estava só interessado no dinheiro? Deixasse o ETzinho pra lá! Enquanto isso, o cientista de verdade estava bem seguro dentro da nave. Bonito isso.

Ok, brincadeiras à parte, devo confessar em primeiro lugar que ficções cientificas do tipo Alien nunca foram das minhas favoritas. Tenho uma certa implicância mesmo (vocês já sabem que não sou fã de filmes do estilo "resta um"), talvez seja por isso que até hoje nunca tivesse parado para assistir ao longa, mesmo ele tendo sido exibido umas quatrocentas vezes na TV. Não que eu considere o gênero menor, mas o grande destaque vai mesmo para a maquiagem, efeitos especiais, cenografia... Tá bom, é divertido ver Sigourney Weaver com cara de garotinha, mas não dá para esperar grandes viradas no roteiro ou interpretações espetaculares, né?

O barato então fica por conta das cenas de suspense: você fica esperando quando vai levar o próximo susto, e, às vezes, é inevitável "conversar" um pouco com os personagens. Ou sou só eu que fico dizendo "sai daí", "não faz isso"? Pelo menos é engraçado. Mas não consigo ver filmes como esse como mais do que só entretenimento. Claro que tem muita gente que gosta, tanto que o original ganhou várias continuações. E claro que o longa de Ridley Scott tem seus méritos, só não faz o meu tipo. Foi mal aê.

p.s.: Ah, e o título deste post é só uma brincadeira com a cena do gatinho, tá? Não podia perder a piada!

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