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sábado, 30 de abril de 2011

Saber demais nem sempre é bom

Foi mais ou menos assim a minha cara quando terminei de assistir ao filme...

Na hora da zona morta (The dead zone, 1983) foi uma surpresa. Não sabia o que esperar do filme porque não fazia idéia sobre o que se tratava. Então soube, e fiquei na expectativa: "cara, isso deve ser muito, muito bom! adorei a idéia!"

Pois bem, eu quase sempre acabo frustrada quando crio expectativas. Mas nem posso dizer que me sinto assim com este filme em específico. Talvez por causa de Christopher Walken, que sempre me assustou, mas que, para mim, tem um certo carisma. E Martin Sheen só precisou de 1 minuto pra me convencer que seu personagem não valia nada. Incrível. Mas... Se não decepcionou, também não me marcou. A não ser pela cena final em que o cretino do candidato a presidente se protege dos tiros fazendo um bebê de escudo.

Você não vale nada, e ninguém gosta (mais) de você

Foi tudo muito bem feito, o clima tenso na medida, as visões sinistras vindo inesperadamente, a agonia de se sentir um "e.t." por ter desenvolvido um dom (que lembra muito um maldição). Mas o filme não me empolgou. Não estou dizendo que é ruim, pelo contrário, o filme é bom. Só não foi especial. Talvez por isso eu esteja a ponto de encerrar meu post mais curto para este blog até agora. Acho que estou ficando mal acostumada a ter grandes emoções com os filmes...

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