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quinta-feira, 23 de agosto de 2012

A Verdadeira Mata Hari

Sim ela existiu! Margaretha Gertruida Zelle nasceu em Leeuwarden, no ano de 1876. Filha do Adam Zelle, com a descendente de javaneses, Antje van der Meulen. Atualmente é tida como símbolo da ousadia feminina.

Perdeu a mãe aos 15 anos, tentou se tornar professora, mas não conseguiu. Se casamente com Rudolf John MacLeod, com quem teve dois filhos também fracassou. Depois disso ela mudou-se para Paris. É la´que sua história começa a ficar interessante.

Mata Hari
Ela posava como uma princesa javanesa e se tornou uma dançarina exótica. Adotou o pseudônimo Mata Hari quer dizer "olho da manhã", é a palavra mais usada para "sol" em malaio e língua indonésia. Também era cortesã e teve casos amorosos com vários militares e políticos.

Durante a Primeira Guerra Mundial, ela dormiu com inúmeros oficiais, franceses e alemães. Virando peão da intriga internacional. Historiadores nunca conseguiram confirmar se ela fora realmente uma espiã, ou qual suas atividades.

Ela foi a julgamento na França em 1917. Foi acusada de atuar como espiã e agente dupla para a Alemanha e França. Sua execução é incerta. Alguns rumores afirmam que os soldados do pelotão de fuzilamento tiveram de ser vendados para não sucumbir a seu charme. Outros que Mata Hari jogou um beijo aos seus executores antes que começassem a disparar.Uma terceira versão diz que ela não só jogou um beijo, mas também abriu a túnica que vestia e morreu expondo o corpo completamente nu.

Verdadade ou não, o longa Mata Hari de 1931 apenas aumentou o mito. Existe uma outra versão do filme Mata Hari de 1985 com a atriz holandesa Sylvia Kristel, embora sua repercussão não chegue nem perto do sucesso com Greta Garbo.

Em diferentes ocasiões sua vida foi alvo da curiosidade de biógrafos, romancistas e cineastas. Mata Hari também é mencionada no seriado Charmed, no episódio 13 da sexta temporada, Phoebe Halliwell (Alyssa Milano) incorpora o karma de Mata Hari. Ela também é um "quase" caso de Dimitri Borja Korosek, personagem principal no livro O Homem que matou Getúlio Vargas de Jô Soares.


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