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sexta-feira, 26 de abril de 2013

Curiosidades de A Invenção de Hugo Cabret

Adaptação para os cinemas do livro infantil "The Invention Of Hugo Cabret", de Brian Selznick.

Programado inicialmente para se chamar Hugo Cabret, o diretor Martin Scorsese anunciou a mudança de nome para Hugo somente, em junho de 2011. A decisão foi bastante estranha e pegou o mercado de surpresa, tendo em vista que perde totalmente a ligação com a obra que o originou. No Brasil, a tradução seguiu literalmente o título do livro.

É o primeiro trabalho de Scorsese em 3D.

O primeiro filme de Martin Scorsese filmado totalmente em digital.

Fimado na França e na Inglaterra.

Johnny Depp é um dos produtores do longa metragem.

Teve orçamento estimado em US$ 170 milhões, o filme estreou nos Estados Unidos em novembro de 2011 com apenas US$ 11.3 milhões.

Este foi o segundo filme lançado em 2011, que tem o artista surrealista Salvador Dali como personagem. O outro foi Meia Noite em Paris, de Woody Allen.

Na sequência que acontece na estação de treme, três figuras famosas são representadas em cena. São elas o escritor James Joyce, o lendário líder político britânico Winston Churchill e o guitarrista belga Django Reinhardt.

Ainda na estação de trem, no café, quando dois cachorros vem entrando, a música "Frou-Frou" é cantada ao fundo por uma mulher. Essa mesma música é ouvida pelo personagem Jean Gabin no filme A Grande Ilusão (La Grande Illusion - 1937), de Jean Renoir.

O primeiro longa-metragem Martin Scorsese a ser filmado no formato 1.85:1 desde Os Bons Companheiros.

O poema Isabelle recita na estação de trem para Inspector Gustav é "A Birthday", de Christina Georgina Rossetti.

Ben Kingsley baseou sua caracterização de Georges Méliès em Martin Scorsese.

Há várias referências a James Joyce no filme. No começo, ele está em pé no café. Além disso, as pessoas congeladas fora do prédio são uma referência direta ao conto de Joyce, "The Dead", que tem como personagem central imaginando pessoas congeladas na neve toda a Irlanda.

Quando Ben Kingsley (como Georges Méliès) é visto dirigindo um de seus filmes, o operador de câmera na tela esquerda é interpretado por seu verdadeiro filho Edmund Kingsley.

Em flashbacks, vemos Georges Méliès pretarando suas produções com conjuntos e fantasias ricamente coloridas . Os Méliès real usava apenas, figurinos e maquiagem em tons de cinza, uma vez que elementos coloridos pode vir o tom errado de cinza em um filme preto e branco. Muitas das cópias dos filmes foram, então, manualmente tingidas na pós-produção.

Brian Selznick: O autor do livro pode ser visto no final do filme no apartamento de Georges Méliès.

Scorsese aparece no filme interpretando um fotógrafo.

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