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terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Meu 2013 no Dvd

Não, eu não tenho 3 anos. Mas adoro filmes infantis. Dá pra ver?

Primeiramente, explico essa imagem que não tem nada a ver com o mote do blog. Essa é uma foto mesmo da minha estante de dvds, só da parte dedicada aos filmes infantis. Eu não queria caçar uma foto aleatória ou genérica para esse post, então produzi essa aqui em casa, dando um "até breve, e obrigado pelos peixes!" para 2013 e esperando alegremente por 2014. Agora, voltamos com a nossa programação normal.

Pessoalmente, 2013 foi um ano bem chatinho. Muita pressão no meu trabalho e estar às voltas com os dois últimos períodos da faculdade (e o temido TCC) me fez perder o fôlego no fim do ano. Infelizmente meus meses de outubro e novembro foram massacrados pela minha incompetência em manter meus compromissos aqui e os de fora em tempo. Mas não foi nada tão grave que mme faça querer desistir: sou brasileira, lembra? Então, vamos que vamos, que o show não pode parar!

A gente começou o ano arrasando, com os mês de ficção científica e o Brodway, onde vimos clássicos e nos deliciamos com cantorias sem fim (bem... se não faz seu estilo, faz o meu). Daí partimos pro momento realeza, onde tentamos fugir um pouco do óbvio "França-Inglaterra" - que foi representado também, com a votação do público - e o mês Scorcese. Aqui veio a minha primeira grande surpresa, ao descobrir que nem sou tão fã assim desse badalado diretor. Acho sim que ele faz bons trabalhos, mas não me parece ser nada extraordinário. Ele consegue arrancar grandes atuações de seus atores, marcantes mesmo, mas falta algo mais. Enfim, não sei explicar direito - nunca fui boa nisso. E então veio meu filme preferido dessa temporada no Dvd.

Mary e Max é o tipo de filme que cativa e faz pensar, que faz rir e chorar, que você se envolve mesmo que você não queira. Corações de pedra derretem se estiverem dispostos a se influenciar por esta pérola. O mês Off-Disney também me trouxe outro grande presente, A viagem de Chihiro. Um filme estranho e humano, delicado, sensível, fantástico. Adorei. E foi bom ter me encantado tanto assim com esses dois, pois o mês seguinte foi sofrido: Terror foi o nosso tema. Mesmo parecendo contraditório, O bebê de Rosemary é um dos meus filmes favoritos de todos os tempos e gêneros. O suspense crescente, a trilha sonora, as histórias de bastidores, a incrível transformação de Mia Farrow... O filme é estranhamente fascinante. Poltergeist foi divertido, uma coisa que eu não acreditaria acontecer com um filme de terror - não para mim. E, claro, o meu filme de terror-personal kharma: O Exorcista, também conhecido pela alcunha "Aquele-que-não-deve-ser-revisto-nunca-mais-na-vida". Bom, pelo menos pra mim. Aqui tá o recibo de medrosa que eu resenhei para ele neste blog.

Então vieram os meses Shakespeare e Pequenos notáveis. Perdi dois filmes do bardo na sequência do mês, mas não perdi nenhum dos pequeninos. Diversão light e gostosa demais, para aliviar o trauma do mês anterior. Setembro foi meu mês negro, não consegui ver nenhum filme em tempo. Foi o período mais intenso de trabalho, onde o Rock in Rio (inspiração para o nosso tema) me consumiu por completo. Tentei me recuperar no mês Hitchcock, mas fora os dois primeiros (Psicose entre eles, o melhor filme que vi no ano), também falhei em ver os outros em tempo de publicar a resenha e buscar curiosidades. Ainda consegui ver Os pássaros em tempo, mas não consegui escrever a resenha e publicar antes que o mês acabasse. Aí o TCC acabou comigo.

Novembro, meu mês, e o faroeste de John Wayne que eu queria tanto dar uma segunda chance (nunca fui muito fã do gênero) passou batido por mim como se fosse um cavalo selvagem em fuga. Consegui pôr em dia depois, mas também não mudou muito meu gosto: ainda não curto muito faroeste. Sorry, John. Aí eu resolvi tomar vergonha na cara e ver todos os filmes de dezembro. Qual é, mês de contos de fadas e eu iria dar mole? Nunca! Finalmente vi a versão de A Bela e a Fera que eu só ouvia falar e ainda revi um dos filmes mais fofos da Drew Barrymore (que já é, em si, um poço de fofura), Para sempre Cinderella. Para fechar com chave de ouro o ano do Dvd, que teve alguns problemas no percurso - mais do que nos outros anos - mas estamos nos ajustando. Afinal, a parceria com o Adoro Cinema está sendo ajustada, e novidades interessantes estão chegando. 

O que esperar de 2014? Não faço a menor ideia, mas com certeza estarei esperando o melhor. Ah, sim. Se você ficou curioso, fique sabendo que valeu a pena o esforço e a pseudo-negligência com o blog: passei no TCC! 

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