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terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Passarinho, que som é esse?

Quem diria que seria assim tão fácil escapar?
Pois é, é um som bem estranho o das gaivotas assassinas do filme Pássaros (Birds, 1963), de Hitchcok. Do nada elas chegam e infestam a a cidade e Bodega Bay (adorei o nome da cidade) e simplesmente atacam a tudo e a todos. Mas, assim... Não faz muito sentido. Ok, pensar que um dia aqueles pombos chatos que vivem ciscando atrás de migalhas de pipoca e comidas de todos os gêneros nas cidades grandes decidissem que nós dávamos umas boas migalhas. Mas devo dizer que esse filme não me impressionou tanto quanto o anterior que vi (Psicose, devo dizer).

Os efeitos toscos são mais do respeitados aqui (principalmente porque temos a consciência que não era fácil fazer efeitos especiais naquela época), mas há algumas soluções visuais que realmente me deixaram decepcionadas. Algumas sequências simplesmente não fazem muito sentido, como a que a mocinha corre para uma cabine telefônica em meio ao ataque feroz das aves à cidade. Outra coisa que também não engoli foi a estranha cena final: as aves que atacavam sem nenhum aviso parecem estar no quintal, à espera de um sinal que as faça voar e atacar. Mas não atacam, mesmo sendo importunadas. Vai entender. Tippi tambem não me convenceu como uma boa mocinha, afetada demais. Enfim, fiquei de birra - esperava mais, muito mais. Mas não deixa de ser um filme obrigatório para qualquer cinéfilo que se preze, afinal entender as grandes mentes do cinema e admirar suas obras é o que nos faz seguir em frente, certo?

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