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quarta-feira, 10 de agosto de 2016

A coisa agora ficou séria...


Depois do crash course, agora é hora de aprofundar um pouquinho o conhecimento nos personagens. Focado bastante no passado do personagem de Wolverine (Hugh Jackman, arrasando novamente), X-Men 2 (X2, 2003) apresenta novos mutantes e uma ameaça dentro de casa.

Desde que os mutantes foram descobertos, os humanos tem que enfrentar um dilema: o que fazer com eles? Domá-los? Exterminá-los? Controlá-los? Esquecê-los? Adotá-los? Um cientista militar, William Stryker (Brian Cox) parece decidido: usar os poderes mutantes como arma, e quanto aos que forem inúteis ou possíveis ameaças, que sejam exterminados. Um homem prático, não? Depois que o presidente americano sofre um atentado por um mutante teleportador, obviamente que ele fica mais suscetível a ouvir o que Stryker tem a dizer. A população também fica mais favorável ao controle dos mutantes, ainda apavorada com os últimos incidentes. Começa, então uma caçada aos mutantes - e eles tem que se virar para lutar pelo seu direito de viver. E cada um vai lutar como pode.

Magneto (Sir Ian McKellen) ainda está sob custódia do governo em sua prisão de plástico e é utilizado por Stryker para obter informações sobre mutantes. Ele usa um misterioso soro que faz com que os mutantes sob seu efeito obedeçam cegamente aos seus planos, mas os pupilos de Xavier (Sir Patrick Stewart) não estão dispostos a deixar que ele se saia bem na empreitada, afinal aprenderam que nenhuma raça é superior à outra.

A alegoria da temática mutante como um retrato da humanidade nunca esteve maistual mas o filme em si é tão fraco aue nem isso se destaca. É meio frustrante ver personagens queridos tão subaproveitados e até caricaturados (exceções para os excelentes trabalhos e comstruções de Jackman, McKellen e Stewart). Para ser bem sincera, só assisti a esse filme porque era continuação do primeiro e eu esperava que se superasse e talvez até surpreendesse. Mas nada disso acontece. Então, o que resta é ver e aproveitar as cenas de ação, as atuações do trio supracitado e saborear umas pipocas. Diversão passageira e esquecível. Ainda bem que rendeu billheteria e a franquia pode continuar e evoluir!

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