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terça-feira, 22 de junho de 2010

Curiosidades de Cantando na Chuva

Cantando na Chuva ocupa a primeira colocação na Lista dos 25 Maiores Musicais Americanos de todos os tempos, idealizada pelo American Film Institute (AFI) e divulgada em 2006.

Trilha sonora, guarda-chuvas e capas de chuva do filme podiam ser comprados na época do lançamento, que também envolveu muita publicidade tudo para recuperar os 2 milhoes e meio de dólares que o filme custou. Apenas com a bilheteria da época o longa faturou 7.7 milhoes.
Apenas duas músicas foram especialmente compostas para o filme: “Moses” e “Fit as a Fiddle”. Todas as outras canções, compostas por Arthur Freed, já haviam sido usadas em produções da MGM. “Singing in the Rain” já havia aparecido no filme “The Hollywood Revue” de 1929.
 
O roteiro foi escrito para se encaixar as músicas, compostas por Arthur Freed durante a década de 20, logo os produtores do filme decidiram que o filme também devia se passar nessa época.
 
Falando no roteiro o original não incluía a cena onde Gene Kelly cantarola feliz na chuva. Originalmente a música seria apresentada, pelo trio Don Kathy e Cosmo logo após o fracasso do filme de Don. Alguns ajustes depois e a cena recebeu a musica "Good Morning". Deixando “Singin’ in The Rain” livre pra o solo de Gene e para se tornar uma das sequências mais famosas do cinema.
 
A água que cai da chuva, na sequência de “Singin’ in The Rain” foi misturada a litros e litros de leite. A intenção era dar maior destaque a chuva, fazendo dela um personagem importante na filmagem. Antes da gravação desta cena, Gene Kelly estava com 38 graus de febre, mas resolveu ir adiante depois de fazer uma sessão de acupunctura com o Dr. Victor Carneiro(o que teria supostamente resolvido o problema).

O primeiro ator cogitado para o papel de Cosmo Brown foi Oscar Levant, mas os produtores queriam um dançarino, Donald O'Connor foi perfeito para o papel. Seu solo "Make them laugh", foi totalmente inspirado em "Be a Clow", musica de outro filme da MGM. Foi inserido apenas para dar espaço para Donald mostrar todos os truques que aprendera desde a infância.

Debbie Reynolds, tinha apenas 18 anos na época das filmagens. Ela precisou de 3 meses de ensaio para aprender os números do filme, não era dançarina. Inexperiente esfregou cebola nos olhos para a cena final onde precisa chorar. Anos depois ela afirmou que não precisava mais do truque. Estudou e aprendeu a chorar.

Cid Charisse, a dançarina que divide a cena com Don nas filmagens do filme, dentro do filme, aprendeu a fumar especialmente para a cena do bar. Depois de 2 ou 3 takes, disse chega e nunca mais pôs um cigarro na boca.

Falando do filme, dentro do filme. Para o final da cena de dança moderna em Hollywood foi usado um estúdio maior que 2 campos de futebol.


Jean Hagen não foi a primeira escolha da MGM para interpretar Lina Lamont. Com ela rouba a cena cada vez que aparece, sua interpretação lhe rendeu uma indicação ao Oscar de melhor atriz coadjuvante em 1953.

Falando em prêmios. Indicado ao Oscar de Melhor Trilha Sonora e Melhor Atriz Coadjuvante, para Jean Hagen, Cantando na Chuva, não recebeu nenhum. Mas, levou o Globo de Ouro de Melhor Ator - Comédia/Musical para Donald O'Connor, o Cosmo.

A senquência musical onde Cosmo encontra Kathy, apresenta um pequeno desfile de moda. Este foi incluído para "exibir o trabalho de Walter Plunkett, figurinista de grandes filmes da MGM.

Algumas das roupas utilizadas em Cantando na Chuva foram utilizadas posteriormente em outro filme, Deep In My Heart, de 1954.

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