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sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Um pouco mais do ator: John Wayne

Nascido Marion Robert Morrison, em Winterset, no ano de 1907, John Wayne marcou várias gerações de cinéfilos com seu tipo de atuar. O estilo machão, o bom cowboy do Velho Oeste foi seu personagem mais representativo. Dizia sobre si mesmo que nunca se considerou um bom ator, mas que sempre representava a si mesmo. Desde o início da carreira no cinema, Wayne consolidou a imagem do cowboy invencível. Como astro de cinema brilhou em vários sucessos não só faroestes tais como Rio Vermelho, O homem que matou o facínora (essa tradução merecia um prêmio, não?), Álamo, entre muitos outros - citei apenas alguns dos mais famosos. Ganhou um Oscar em 1969 com o filme Bravura indômita, de Henry Hathaway.

Sua carreira começa em 1930, em A grande jornada, mas só deslancha em 1939 com o filme Nos tempos das diligências, o primeiro de uma longa parceria com John Ford (ao todo, foram 22 filmes da dupla). Esse filme se tornou a obra que definirá todas as principais características do cinema de faroeste clássico norte-americano. Outro diretor renomado com quem trabalhou foi Howard Hawks, um dos maiores realizadores do período clássico hollywoodiano, com o qual fez vários dos maiores sucessos não apenas de suas carreiras, mas sim de todo o gênero do faroeste. Como bons exemplos temos: Rio Vermelho (1948), El Dorado (1967) e, o principal, e um dos mais irretocáveis exemplares do gênero, Onde Começa o Inferno (1959). em seus 50 anos de carreira trabalhou com vários outros diretores renomados e muitos astros da época, tais como Kirk Douglas, Marlene Dietrich, Henry Fonda, Rock Hudson, James Stweart e Sophia Loren.

Dirigiu os filme Álamo e Os boina verdes. Este último, de 1968, lhe causou grandes problemas. Tinha um roteiro pró-Guerra do Vietnã, o que causou a fúria dos opositores a essa intervenção militar estadunidense, que realizaram vários protestos contra a exibição do filme.

Se casou três vezes. A primeira em 1932 com Josephine Saenz que lhe deu quatro filhos. Em 1946 o segundo casamento com a atriz mexicana Esperanza Baur, de quem se divorciou sete anos depois para se casar com Pilar Palette com quem teve mais dois filhos. O cowboy mais famoso de todo o Velho Oeste acabou perdendo a guerra contra o câncer em 1979, doença que o atormentava desde o final da década de 1960, quando perdeu o pulmão esquerdo.

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