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sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Clássico sonolento

Quem nunca tomou um susto com uma sombra, que atire a primeira pedra!

Ok, esse pode não ter sido o meu melhor dia para ver esse filme. E não é porque o filme é mudo que ele é chato: muito pelo contrário, muitas das melhores experiências que tive aqui no blog vieram de filmes mudos - como Aurora (do próprio Murnau, diga-se), Luzes da cidade e Metrópolis, que vimos no ano passado. Mas, #DevoConfessarQue não curti muito esse Nosferatu (Nosferatu, Eine Symphonie des Grauens, 1922).

Achei interessante a ambientação, a visão dos vampiros como monstros, a caracterização espetacular dos personagens - sem cores pra chamar a nossa atenção, a maquiagem foi muito bem construída e a caracterização de figurinos também. A ambientação de luz também é bacana, especialmente pela sacada genial de fazer a presença de Nosferatu (Max Schrek) assombrando a todos como uma sombra. Os dedos anormalmente longos da criatura não eram nada práticos ou plásticos, mas faziam toda a diferença no jogo de sombra.

Mas não consegui resistir à sonolência da trilha sonora. Eu juro que tentei, que lutei, que voltei algumas vezes desde o ponto onde havia cochilado antes. Mas não deu. Achei meio deslocada a trilha, que tinha momentos de tensão não condizentes com o que se via na tela. Prometo dar uma nova chance a este filme, até porque eu não acho muito digno eu dizer que não gostei porque eu não consegui ficar acordada. Se da segunda chance eu melhorar o meu conceito, eu aviso.

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