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sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Alfred Hitchcock e os Bastidores de Psicose

Toda a produção de Psicose, foi extremamente confidencial. Alfred Hitchcock queria preservar os segredos da história, a tal ponto que obrigou toda equipe a fazer juramento. Proibiu fotógrafos, mesmo que fossem da equipe de marketing, e ainda distribuiu para a imprensa fotos dos estúdios guardados por vários seguranças. Logo, para um cinéfilo comum daquela época, ou mesmo dos tempos de hoje, saber detalhes da produção seria tarefa difícil, não fosse o livro de Stephen Rebello.

Alfred Hitchcock e os Bastidores de Psicose (Alfred Hitchcock and the Making of Psyco), foi lançado originalmente em 1990, mas só chegou ao Brasil em 2013. O lançamento acompanhou a estréia de Hitchcock, filme baseado na publicação.

Rebello entrevistou quase toda a equipe de filmagem e recontou o passo-a-passo para a criação do clássico, que deveria dar um "up" da carreira do cineasta. Depois de uma recepção ruim de seu Intriga Internacional, Hitchcock ainda sem um próximo projeto, queria encontrar algo que chocasse o público e ainda mostrasse que ainda tinha boas histórias para contar. 

Assim, o livro aborda desde as atrocidades de Ed Gein, um homicida que também exumava cadáveres do cemitério da cidadezinha onde morava, para fazer "artesanato", entre outras coisas. Os crimes foram descobertos em 1957, e horrorizaram pessoas em manchetes de todo o país. Serviu de inspiração para o livro Psyco de Robert Bloch. E posteriormente para os personagens Buffalo Bill - ( O Silêncio dos Inocentes ) e Leatherface - (O Massacre da Serra Elétrica);  

Até o lançamento do filme, seus frutos, e trabalhos posteriores de elenco e equipe. Passando pela escolha do livro, burocráticos acordos de produção, roteiro, escolha de elenco, filmagem e pós produção. Além de mostrar um vislumbre de quem era Hitchcock, suas idiossincrasias e influência na indústria cinematográfica na época.

Leitura obrigatória para que gosta de Psicose, Hitchcock, ou apenas interessa pela história do cinema e pelo processo de produção do e um filme. Com tradução de Rogério Durst, lançado pela Intrínseca

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