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sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Um pouco mais de Robin Williams

Robin McLaurin Williams nasceu em julho de 1951 em Chicago. Filho de uma ex-modelo e um executivo-sênior da empresa automotora Ford, é descendente de ingleses, galeses e irlandeses pelo lado de seu pai, e de franceses pelo lado materno.

Williams era uma criança quieta, mas foi ainda na infância que fez suas primeiras imitações. Imitava a avó com a mãe como platéia. (Quem mais acha que Mrs. Doubtfire, começou a nascer ali?). A timidez só diminuiu quando se evolveu com atividades de teatro na escola. 
Christopher Reeve e Williams colegas de classe na Juilliard!!!!


Em 1973, Williams foi um de vinte estudantes a serem aceitos como calouros na renomada Juilliard School, e um de apenas dois a serem aceitos por John Houseman no programa avançado naquele ano (o outro foi Christopher Reeve!). Deixou a Juilliard em 1976.

A carreira começou com papéis pequenos na TV, até que ele foi escalado para viver o alienígena Mork, na série de Happy Days. Mesmo aparecendo em apenas um episódio, Mork fez tanto sucesso, com seu humor ágil, que o personagem ganhou uma série derivada Mork and Mindy, que durou de 1978 a 1982.

Morky and Mindy
Devidamente descoberto pelo mundo, através da TV. Williams passou a atingir um público mais variado com seus espetáculos de comédia stand-up. Seu trabalho nos palcos se manteve uma constante mesmo, entre projetos de cinema e TV.

No cinema a estréia foi no ano de 1977 em "Óculos? Para Quê?", quando viveu o protagonista em Popeye (1980), já dava para perceber, que sua carreira seria de papéis variados. Mas o reconhecimento começo a chegar a partir de Bom Dia Vietnã em 1987. E Sociedade dos Poetas Mortos (1989).

Em Aladin, ele recriou os padrões da dublagem de animação, incluindo seu estilo, personalidades e piadas, ao humor do Gênio da Lampada. E até ganhou prêmios especiais, pela inovação. Após um desentendimento e posterior reconciliação com a Disney, Robin, voltou a dublar o gênio, em mais um filme, série de TV e video-game. Outros trabalhos de destaque em dublagem foram em FernGully: As Aventuras de Zak e Crysta na Floresta Tropical (1992), o holográfico Dr. Know no filme A.I. Inteligência Artificial (2001), na animação Robots (2005), no vencedor do Oscar em 2006, Happy Feet: O Pingüim.


De volta ao cinema com Hook: A Volta do Capitão Gancho (1991), Uma Babá Quase Perfeita (1993) e Jumanji (1995), mostroi que podia ser o "nome" dos blockbusters. Sem deixar de variar bastante, como em The Birdcage - A Gaiola das Loucas (1996).

O reconhecimento máximo veio em 1996, com o Oscar de Ator Coadjuvante por Gênio Indomável. E fugindo do clichê, da queda de carreira, pós Oscar Robin Williams constinuou se destacado, as vezes agradando à crítica, outras o público e em algumas, ambos. Merecem destaque ainda seus trabalhos em Patch Adams - O Amor é Contagioso (1998), O Homem Bicentenário (1999), e os perturbadores Retratos de uma Obsessão e Insônia (ambos de 2002).

Gênio Indomável
Além das comédias stand-up, no teatro o ator teve seu Robin Williams: Live on Broadway em 2002. E ainda participou de Bengal Tiger at the Baghdad Zoo em 2011.
Papai Williams e a pequena Zelda
Fora das telas e dos palcos, Willians era um entusiasta do video-game, tanto que deu o nome de Zelda (série The Legend of Zelda) para sua filha. Era fã de ciclismo profissional, do rugby union e apoiava veículos ecologicamente corretos.

Williams e sua ex-mulher, Marsha, fundaram a Windfall Foundation, uma organização filantrópica que visa levantar fundos para diversas instituições de caridade diferentes. Além de ajudar em diversas causas e campanhas.

Em seu casa mento com Marsha Garces, além de Zelda (nascida em 1989), teve Cody Alan (1991). Antes disso Zachary Pym (1983), nasceu de seu primeiro casamento com Valerie Velardi. Robin Williams adotou William Reeve (1992), único filho do casal Dana Reeve e Christopher Reeve, de quem Williams sempre foi muito amigo.

Banco usado nas gravações Gênio Indomável, virou ponto de homenagens dos fãs!
Robin Williams, teve por anos problemas com drogas e álcool. Além de depressão, que teria levado o ator a cometer suicídio em Agosto de 2014. Chocando o mundo inteiro. Ele deixou 5 filmes em pós-produção A Merry Friggin' Christmas (2014), Uma Noite no Museu 3 (2014 - deve estrear por aqui em janeiro de 2015), e Absolutely Anything (2015).

Por aqui ele inspirou um mês inteiro assistindo e desvendando alguns de seus filmes (tarefa difícil escolher só 5). Será que assistimos o seu favorito? Se não reclame aí, que a gente coloca na próxima lista!

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