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quarta-feira, 30 de março de 2011

Ah, é bonitinho, vai!

Uma das primeiras adaptações de um livro de Nicholas Sparks, uma febre entre as moçoilas românticas. Ano passado, outras duas adaptações de obras do autor chegaram as telonas. Eu sou do tipo que prefiro ler aventuras, logo não li. E provavelmente não lerei nenhum de seus livros. Que bom que existe o cinema para nos atualizar na literatura, não?

Em Um amor para recordar, Landon (Shane West), é o cara rebelde, que, em uma brincadeira sem-graça, manda um "amigo" para o hospital. Pego em flagrante, paga por sua culpa em trabalhos comunitários na escola, e participando da peça da escola. Na qual, só por aparecer, o rapaz já ganha o papel principal. Isso é que é talento!

Lá conhece Jamie (Mandy Moore), uma garota certinha (filha de pastor e tudo!) que não se importa para o que os outros pensam. Atitude que deixa qualquer adolescente "popular" com a pulga atrás da orelha. Curioso como estudantes estadunideses são tão ligados à opinião alheia, não?

"Descubra quem você é, e então seja de propósito" - Boa, essa!
Adivinhou né! É claro, que o rapaz se encanta pelo desconhecido e se apaixona pela moça, e que o sentimento é recíproco. Entretanto, todo romance precisa de uma intriga, e, como nenhuma líder de torcida loira estava disposta a atrapalhar (ao menos isso!), é Jamie que esconde um triste segredo.

Felizmente, não tenho a visão de Mandy Moore como cantora/atriz que Geisy mencionou, em sua resenha (Sério! Ela lançou CDs? Até ler o outro post eu achava que ela era apenas uma atriz que cantava quando o filme pedia). Logo sua atuação não me irrita, gosto bastante do tom forte e doce que dá ao filme. Shane West, por outro lado, parece estar com sono durante boa parte da projeção.

Não é uma história extamente original, nem uma execução brilhante. mas é um enredo que sempre devemos rever, caso precisemos repensar e valorizar nossas vidas. Além de ser muito fofo!

Quanto às jornadas dos personagens o legal, é imaginar o que acontece depois. Descobrir o que cada um acrescentou ou recebeu da experiência. E, se possível, tentar aprender algo. Mas cuidado: engajamento em excesso pode ser prejudicial.

É aí que entra a resposta ao questionamento da Geisy, que não entende por que esse filme fez tanto sucesso (pelo menos entre as amigas dela). Na minha humilde opinião, acredito que faça sucesso a partir do momento em que deixamos o engajamento na prateleira, apenas para curtir o romance que todas queriam ter vivido quando adolescentes. Com um encantamento que nem o final melancólico consegue estragar.

Mas é só um palpite!

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